Catherine Barr

🇬🇧Catherine is a woman with a green heart, an inspiring ecologist turned into a children’s books author. You can find her on Instagram @catherinebarrbooks.

How would "once upon a time, there was a little girl called Catherine" go? What story would it tell us?
It would tell a story about a child fascinated by the natural world, who discovered the word ‘ecology’ at school and decided that’s what she wanted to explore. She signed up for one of the first ecology degrees in the UK (at Leeds University) and dreamed of travelling the oceans with Greenpeace to save the world! She was lucky enough to get that job and spent many years campaigning for endangered species, notably sea turtles. She then trained as a journalist and walked, with awe, every day into the amazing Natural History Museum in London as an editor. She wrote summer exhibitions about Myths and Monsters and Dinosaurs of the Gobi Desert – and learnt so much!
In time, although she was fascinated by the Museum and loved working with the many scientists there, she decided to return to campaign organisations. She freelanced, writing communication strategies and working alongside her partner’s design agency. They eventually moved away from London towards the mountains of Wales where Catherine brought up her two girls (two cats, a dog and two rescued ponies...). And where she unexpectedly one day became a children’s author... a job she loves and never intends to give up. Luckily her mum is 94 and very lively so she hopes to be just like her, live for a very long time and write a lot more books to share with children in homes and schools, everywhere!

How did you find yourself in the pages of picture books?
I wrote The Story of Life: a first book on evolution with my co-author of the series Steve Williams (science teacher) when I was unable to find a narrative about evolution (rather than a text book) to engage my own two young girls in this extraordinary true story.

When you create a story, do you ever try to transform the little child who will listen to your words? If so, how and what is your main purpose?
Yes! I write books in the hope that I might inspire (rather than transform) children to be curious, to question, to learn, explore and get involved... understanding their responsibility in our precious natural world. I hope to inspire children to realise that being curious about the world around them is the first step in having a positive impact on the natural world. I hope to spark some noisy eco warriors but also show that change can come quietly too by reading, talking, asking questions and sharing ideas, amazing facts and learning.

If you could choose any existing book, which one would you have liked to have written/illustrated yourself?
"The Giving Tree" by Shel Silverstein.
It is so simply and beautifully written, utterly engaging children in a powerful story about nature, empathy and personal responsibility.

If given the chance, who would you hug today?
Both my daughters! As I write this they are both in London, meeting up together and hopefully giving each other a big hug. :)

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🇵🇹A Catherine é uma mulher com o coração verde, uma ecologista inspiradora transformada em autora de livros infantis. Podem encontrá-la no Instagram em @catherinebarrbooks.

Como seria o "Era uma vez uma menina chamada Catherine”? Que história nos contaria?
Contaria uma história sobre uma criança fascinada pelo mundo natural, que descobriu a palavra 'ecologia' na escola e decidiu que era sobre isso que queria saber mais. Ela inscreveu-se num dos primeiros cursos de ecologia no Reino Unido (na Universidade de Leeds) e sonhou em viajar pelos oceanos com o Greenpeace para salvar o mundo! Teve a sorte de conseguir esse emprego e passou muitos anos a fazer campanha em prol de espécies ameaçadas, nomeadamente tartarugas marinhas. Depois, formou-se como jornalista e caminhou, com admiração, todos os dias para o espantoso Museu de História Natural de Londres, como editora. Ela escreveu exposições de Verão sobre Mitos e Monstros e Dinossauros do Deserto de Gobi - e aprendeu tanto!
Com o tempo, apesar de ser fascinada pelo Museu e de gostar de trabalhar com os seus muitos cientistas, decidiu voltar à organização de campanhas. Trabalhou como freelancer, escrevendo estratégias de comunicação e trabalhando em conjunto com a agência de design do seu companheiro. Acabaram por se afastar de Londres em direção às montanhas do País de Gales, onde Catherine criou as suas duas filhas (dois gatos, um cão e dois póneis resgatados...). E onde inesperadamente um dia se tornou autora de livros infantis... um trabalho que adora e do qual pretende nunca desistir. Felizmente a sua mãe tem 94 anos e é muito vivaça, por isso Catherine espera ser como ela, viver durante muito tempo e escrever muito mais livros para partilhar com crianças em lares e escolas, por todo o lado!

Como foste parar às páginas de um livro infantil?
Escrevi "The Story of Life: A First Book about Evolution" com o meu co-autor da série Steve Williams (professor de ciências) quando não consegui encontrar uma narrativa sobre a evolução (em vez de um livro de texto) para envolver as minhas duas jovens filhas nesta extraordinária história verídica.

Quando crias uma história, tentas transformar a criança que vai ouvir as tuas palavras? Se sim, de que forma e qual o teu principal propósito?
Sim! Escrevo livros na esperança de poder inspirar (em vez de transformar) as crianças a serem curiosas, a questionarem, a aprenderem, a explorarem e a envolverem-se... compreendendo a sua responsabilidade no nosso precioso mundo natural. Espero inspirar as crianças a perceberem que ser curioso sobre o mundo à sua volta é o primeiro passo para ter um impacto positivo no mundo natural. Espero despertar alguns guerreiros ecológicos barulhentos mas também mostrar que a mudança pode vir igualmente de forma calma ao ler, falar, fazer perguntas e partilhar ideias, factos espantosos e aprendizagens.

Dada a possibilidade de escolher qualquer um, que livro gostarias de ter escrito e ilustrado?
"The Giving Tree" by Shel Silverstein. It is so simply and beautifully written, utterly engaging children in a powerful story about nature, empathy and personal responsibility.

Se pudesses, a quem darias um abraço apertado hoje?
As minhas duas filhas! Enquanto escrevo isto, estão ambas em Londres, reunidas e, esperemos, a dar um grande abraço uma à outra. :)